Ética

Sis (Swedish Standards Institute) Mentor da ISO26000 – Entender Um Pouco Mais da Norma de Responsabilidade Social

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ISO 26000 – Norma de Responsabilidade Social – um trabalho para o futuro da humanidade, realizada por várias organizações em conjunto, incluindo:. SIS – Sueco Standard Institute – eo brasileiro National Standards Organization – ABN

Em setembro, tentando entender melhor o que é ISO 26000 e suas implicações para o mercado, fomos para a Suécia para falar com a Sra. Kristina Sandberg – Secretário para a Norma Internacional ISO / TMB / WG Responsabilidade social – e Mr. Bengt Rydstedt – Gerente de Projetos na SIS . Mrs. Sandberg apresentou o trabalho relacionado com a ISO 26000, e discutiu os desafios e as contribuições que essa orientação pode gerar para as empresas interessadas em aplicá-lo.

Um grupo foi formado para o desenvolvimento deste padrão com os seguintes membros:

  • Presidente: Jorge Cajazeira – Suzano Papel e Celulose, Brasil
  • Vice-Presidente: Staffan Söderberg – Skanska AB, Suécia
  • Secretário: Kristina Sandberg SIS – Suécia
  • Co-Secretário: Eduardo C. De São Thiago – ABNT, BrasilO resultado deste trabalho, cujo objetivo principal é valorizar o ser humano, pode minimizar os problemas apresentados no artigo ” fazer mais e melhor”.

Alguns dos principais pontos da norma, classificados por Mrs. Sandberg, são:
ISO 26000 é a primeira norma focada no desenvolvimento sustentável, considerando questões sociais, ambientais e econômicos. O padrão pode ser aplicado a diferentes tipos de organizações e um ponto importante a enfatizar é que não é um padrão de certificação.

Publicado em dezembro de 2010, seu desenvolvimento começou em 2005. Foi concebida por um grupo, gerido por membros da Suécia e do Brasil, com mais de 660 delegados de 99 países diferentes. Contou com a representação de 42 organizações internacionais, tais como “Consumers International, Global Compact da ONU, International Labour Organization UNIDO, OCDE, a OMS, entre outros. A Sra. Sandberg, um equilíbrio entre o foi perseguido participação dos diferentes atores, e do grupo responsável pela criação desta norma foi uma das maiores do ISO. O objetivo foi estabelecer diretrizes capazes de ser devidamente avaliados e melhorados, além de unificar e esclarecer o verdadeiro significado e definição de responsabilidade social.

Brasil e Suécia foram os parceiros responsáveis ​​pela preparação devido a uma longa história de sucesso e de cooperação entre empresas suecas e brasileiras, os governos e as pessoas da norma. Desde o início, ambos, Brasil e Suécia, estavam engajados em discussões sobre a ISO 26000. Vale ressaltar que o SIS sediou a conferência sobre responsabilidade social ISO em junho de 2004 e ABNT desenvolveu um padrão nacional focada em responsabilidade social.ISO 26000 define desenvolvimento sustentável como segue: “desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades” (Parágrafo 2.1.23) Desenvolvimento sustentável é a integração de objetivos com alta qualidade de vida, saúde e prosperidade, justiça social, ao mesmo tempo se preocupar com a capacidade da Terra para gerar e sustentar a vida em toda sua diversidade. Esses objetivos são interdependentes e se reforçam mutuamente. Neste caso, o desenvolvimento sustentável deve ser tratado como uma forma de expressar as expectativas mais amplas da sociedade como um todo.Mrs. Sandberg apresentados, entre os pontos de motivação para o desenvolvimento da norma, mais de 3 bilhões de pessoas que vivem com menos um dólar por dia, e também ao longo de 250 milhões de crianças em trabalho escravo no mundo. Segundo o conceito da norma, é necessário consolidar o desenvolvimento sustentável relacionadas ao desenvolvimento econômico, desempenho ambiental e inclusão social.No parágrafo 2.1.18 da norma, encontramos o conceito de Responsabilidade Social sustentável.

Responsabilidade de uma organização pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no ambiente, através de um comportamento transparente e ético que

  • Contribui para o desenvolvimento sustentável, incluindo a saúde eo bem-estar da sociedade;
  • Leva em conta as expectativas das partes interessadas;
  • está em conformidade com a legislação aplicável e consistente com as normas internacionais de comportamento;
  • E é integrado em toda a organização e praticada em seus relacionamentos.

Os princípios da responsabilidade social no padrão são: “renderização, transparência, comportamento ético, respeito aos stakeholders ‘contas interesses, Estado de Direito, as normas internacionais de comportamento e Direitos Humanos.A norma estabelece os princípios e abordagem do tema, bem como questões e indicadores para ações, exemplos de iniciativas voluntárias e ferramentas para alcançar a responsabilidade social. Seus temas centrais são a governança organizacional, práticas trabalhistas, meio ambiente, mais justo práticas operacionais, questões do consumidor, direitos humanos, envolvimento da comunidade e desenvolvimento.

A maioria das empresas, de acordo com a Sra. Sandberg e Rydstedt Sr., congratulou-se ISO 26000 e está interessado em ser guiado por ele. No momento eles estão tentando entendê-lo, a fim de adaptar-se.

O governo tem o importante papel de incentivar e motivar as empresas a seguir o padrão. De acordo com os representantes do SIS, este trabalho é robusto e depende de vários fatores-chave poucos: o papel do governo, educação, economia, mídia e cultura da empresa.

Na Suécia, a educação formal tem um papel significativo uma vez que oferece uma educação focada na sensibilização sobre o desenvolvimento sustentável, direitos humanos e cidadania corporativa. Sua economia é também reforçado e gerou nestes mesmos princípios. Mrs. Sandberg diz o aparato legislativo da Suécia se preocupa com a natureza, e as empresas atuam alinhados a essas leis, mantendo um trabalho responsável. Sob este assunto algumas empresas suecas dar exemplos como a Tetra Pak, IKEA, Skanska e Scania.

Além da inter-relação entre as políticas governamentais, legislação, educação e economia, ela cita outros fatores importantes como a cultura organizacional eo papel da mídia como reguladores de tais conformidades. Este último, a partir de duas perspectivas: primeiro, relatando casos de incumprimento e consumidores advertindo sobre essas ações, ou segundo, a publicação de casos positivos em que as empresas cometem legitimamente com as boas práticas e, conseqüentemente, elevar o consumo de suas marcas.

Para ela também é importante que as empresas apresentam os seus relatórios de sustentabilidade para tornar seu desempenho no mercado transparentes, assegurando uma boa reputação e as perspectivas de vendas mais altos. Essa ação está diretamente relacionada à cultura organizacional e capacidade da empresa para o exercício e promover as suas práticas legítimas. A cidadania corporativa de uma empresa é demonstrado pelo seu planejamento estratégico, desenvolvimento de seus produtos e serviços, a rastreabilidade das matérias-primas, sua relação com fornecedores, entre outros aspectos.

Enquanto a Sra. Sandberg reitera que a ISO 26000 é uma orientação, e não um padrão de certificação, o Sr. Rydstedt afirma que além de sua relevância global, é a melhor maneira de orientar e alinhar as empresas para o desenvolvimento sustentável.

Os representantes dos SIS – Sra. eo Sr. Sandberg Rydstedt – mencionou que a Suécia é um país maduro sobre as questões da norma, uma vez que essas questões foram debatidas com a sociedade sueca por muito tempo. Neste sentido, cada país deve adaptá-lo de acordo com seu nível de maturidade, o papel do governo, a sua legislação, educação, mídia e cultura organizacional. Eles acreditam que a adesão ao padrão será diferente entre os países do norte da Europa e na América Latina. Ambos afirmam que é importante estabelecer um diálogo e equilíbrio entre economia e sustentabilidade.

Entre as lições aprendidas com a Sra. Sandberg e Rydstedt Mr. temos:

  • É importante que as empresas a entender e adaptar-se ao padrão;
  • Em determinadas situações, é necessário educar e fornecer informações para que todos possam aplicar o padrão;
  • É importante trabalhar com os fornecedores, monitorando suas ações e alinhando-as com os valores e práticas da empresa;
  • É preciso pensar no que fazer, considerando três instâncias:. ambiente, funcionários e consumidores
Fernando Arbache

Fernando Arbache

Doutorando ITA. Mestre em Engenharia Industrial PUC/Rio. Independent Education Consultant working with MIT Professional Education. Graduado em Engenharia Civil, UFJF. Data and Models in Engineering, Science, and Business/MIT, Cambridge, MA (USA). Challenges of Leadership in Teams/MIT, Cambridge, MA (USA). Data Science: Data to Insights/MIT, Cambridge, MA (USA). AnyLogic Advanced Program of Simulation Modeling/Hampton, NJ (USA).: Educational Consultant working with MIT. Coordenador da FGV em cursos de Gestão (curso de MBA em Gestão das Casas Bahia). Professor FGV, nas cadeiras e Logística, Estatística, Gestão de Riscos e Sistemas de Informação. Professor da HSM Educação nas cadeiras e Logística e Estatística. Professor IBMEC, Professor concursado na FATEC/São José dos Campos. Obras: ARBACHE, F. Gestão da Logística, Distribuição e Trade Marketing. São Paulo: Ed. FGV, 2004. ARBACHE, F. Logística Empresarial. Rio de Janeiro: Ed. Petrobras, 2005. ARBACHE, A. P. e ARBACHE, F. Sustentabilidade Empresarial no Brasil: Cenários e Projetos. São José do Rio Preto- SP: Raízes Gráfica e Editora, 2012. Pesquisa: Desenvolvimento de modelos de mapeamento de Competências Comportamentais e Técnicas, por meio de gamificação com uso de Inteligência Artificial, utilizando Deep Learning e Machine Learning (http://www.arbache.com/mobi). Desenvolvimento de pesquisa de modelos para geração de indicadores de aprendizados para inovação, assim como de competências essenciais para inovação (curva de aprendizado e gaps de competências) e obtenção de ROI (Return Over Investment). As pesquisas que estão em desenvolvimento, têm como hipótese que existem modelos inovadores, para mapeamento de aprendizado adaptativo, com o uso de inteligência artificial, para atendimento em empresa e pessoas. Esses indicadores estão em uso, em um dos maiores programas de inovação para o cooperativismo da América Latina, que é fruto de pesquisas realizadas, desenvolvido e concebido por minhas pesquisas (http://www.arbache.com/inovaccop). Atualmente são 75 cooperativas de diversas áreas de atuação e aproximadamente 500 participantes. Estudos acima impactam no desenvolvimento do conceito RH 4.0 ou RH de Precisão, assim como no entendimento do impacto da Gestão por competências em um ambiente de inovador. Desenvolvimento de Inteligências nos dados e métricas - Big data e precisão nas tomadas de decisões na gestão de pessoas. Com os elementos anteriores, estuda-se a estratégia de negócios e estoque de talentos - o que os números revelam para o sucesso nas organizações. Estatística e inteligência estratégica para negócios em ambientes inovadores. Experiência Profissional: CIO (Chief Innovations Officer) da empresa Arbache Innovations especializada em simulação, inovação com foro em HRTech e EduTech – empresa premiada no programa Conecta (http://conecta.cnt.org.br) como uma das 5 entre 500 startups mais inovadoras da América Latina. Empresa Acelerada pela Plug&Play (https://www.plugandplaytechcenter.com) em Sunnyvale, CA – Vale do Silício entre novembro e dezembro de 2018. Desenvolvimento de parceria com o MIT – Massachusetts Institute of Technology para cursos presenciais e digitais – http://www.arbache.com/mitpe, https://professional.mit.edu/programs/digital-plus-programs/who-we-work & https://professional.mit.edu/programs/international-programs/who-we-work

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