Gestão de Pessoas

Seu Desempenho Profissional Está Alinhado à Sua Empresa?

desemprenho de equipe

Desempenho, Liderança e Trabalho em Equipe é o que movimenta todo tipo de negócio. Em sua empresa todas as pessoas apresentam o mesmo desempenho? Claro que não!!!

Atualmente o grande desafio do gestor-líder é transformar pessoas de bom desempenho em profissionais de alto desempenho. Como o líder pode promover essa transformação? Como gerar competitividade nas empresas? E as pessoas querem se tornar as melhores?

Uma das melhores receitas ou formas é contratar as melhores pessoas e ter apenas os melhores na sua empresa. Porém ter os melhores nem sempre é a solução além de ser muito complexo, visto que precisamos desses profissionais disponíveis no mercado ou ter uma empresa que seja suficientemente atrativa para ser procuradas pelas estrelas do ramo.

Toda empresa tem que acreditar que se ela não tiver as melhores pessoas em seu quadro funcional, esta nunca será a melhor empresa. Sendo assim, é necessário transformar a empresa em um local desejado pelos profissionais que se deseja ter. Gerar resultados e competitividade é um processo de longo investimento. Inicia-se com um processo para desenvolver a maturidade de todos os profissionais que compõe a equipe de trabalho.

Esse processo é dependente da relação empresa-colaborador, afinal os dois lados tem que apresentar um alinhamento entre as necessidades e expectativas de crescimento.

Muitos indivíduos relatam o estresse como fator negativo e isso é uma disfunção de imagem. O estresse passa a ser negativo no momento que não se tem pessoas preparadas e/ou um ambiente focado para o crescimento. O estresse originado do binômio metas-resultado é fundamental para gerar produtividade. Isso acontece quando os colaboradores são tecnicamente competentes, possuem maturidade emocional no trabalho e acima de tudo propostos ao desafio de ser o melhor, na melhor empresa.

O estresse pode funcionar como fator desmotivador e se caracterizar como pânico em algumas situações, como: o líder não apresenta engajamento com sua equipe, na existência de um profissional de muita experiência e poucas metas ou metas não avaliadas ou ainda, quando se contrata um profissional com pouca experiência e se padroniza metas intangíveis que não se traduzem em resultados.

O segredo é que a organização defina metas compatíveis com a experiência e maturidade de todos os colaboradores da empresa. Esse alinhamento deve ser revisto e avaliado mensalmente para que o estresse gerado seja motivador e não um instrumento de castração funcional.

Vê-se que o maior gap que encontramos nas organizações ocorre do despreparo emocional das pessoas frente o trabalho em equipe. Para minimizar ou extinguir esse gap é necessário investir em pessoas, assumir a postura de mudança da cultura da empresa e implantar um novo modelo de gestão focado na produtividade e competitividade.

As decisões precisam ser racionais e pontuais. O gestor-líder tem que assumir a postura de não se aceitar serviços “mais ou menos”, mas sim o melhor desempenho de todos os colaboradores e em todos os processos. Muitas atitudes serão necessárias e vão desde análise dos processos até a contratação e se necessário em último caso à demissão de colaboradores que não se alinharem com o novo modelo de gestão.

Pessoas com elevado tempo de contratação podem sofrer com a mudança de cultura e modelo de gestão, mas precisam ser valorizadas e informadas sobre as mudanças. Caso o colaborador responda positivamente as necessidades da empresa será validado na equipe, caso não responda, será redisponibilizadas ao mercado de trabalho. Adaptabilidade ao novo cenário administrativo-econômico é responsabilidade de todos na empresa.

Esse processo pode se apresentar muito agressivo, porém todas as empresas buscam crescimento e só se mantém no mercado quem apresenta desempenho e competitividade acima da média.

Gostar de gente e saber se relacionar é o grande segredo do trabalho em equipe. Não adianta ser um excelente técnico se não possuir inteligência emocional. Uma pessoa só

Uma pessoa só se mantém no mundo corporativo quando apresenta ótimos resultados, sem esses não há necessidade dessa pessoa existir nas empresas.

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Fábio Botteon

1 Comentário

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  • São grandes desafios para as pessoas e para os gestores. Diferentes gerações com diferentes posturas, pessoas com mais tempo de casa habituadas ao sistema de trabalho e pessoas novas moldáveis para qualquer sistema de trabalho, atenção redobrada para relações interpessoais e problemas interpessoais, vários colaboradores mas com diferentes visões e diferentes momentos em suas vidas. São diversas variáveis que requerem muito planejamento e percepção para que bons profissionais não fiquem insatisfeitos e sejam perdidos para o mercado. Em um país que quase “estrangula” suas empresas com sua elevada tributação, não existe espaço e nem muito tempo para falhas ou para “não entregar o resultado”. Por diversos motivos o sistema de contratação e avaliação da empresa deve ser efetivo. Empresas onde “passa-se a mão na cabeça”, trarão resultados de acordo com sua política. Empresas que exigem gestão e qualidade tem grande chance de colher esses resultados, na contra-mão, empresas que não exigem dificilmente terão estes resultados, um ditado antigo mais ainda válido: Plantamos o que colhemos.