As novas gerações no mercado de trabalho.
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As novas gerações no mercado de trabalho.

As novas gerações já não são tão novas assim, nem mesmo para o mercado de trabalho. Elas estão mais para jovens gerações do que para novas, afinal, uma boa parcela dos profissionais formados na geração “Y” ou Millennial já estão bem próximos da casa dos 30 anos.

Mas, é bem verdade que esses profissionais entraram mais tardiamente no mercado do que as gerações que os antecederam, e muito desse movimento de ingresso tardio é também uma das marcas dessa geração, que tem características bem diferentes dos seus antecessores.

É preciso entender, que nesse contexto ainda temos a geração pós 2000, conhecida como geração “Z”, que está começando a sua caminhada na carreira ou nas academias, visando uma futura entrada no mercado.

 

Quem são as novas gerações?

Vamos sintetizar essas pessoas de uma forma geral e objetiva. Essas gerações são todos aqueles que nasceram após os anos 90. São, na sua totalidade, pessoas acostumadas com tecnologia, que viveram/vivem a internet e que não entendem um mundo não imediatista.

 

Bom, para você entender, vou trazer características presentes nas duas novas gerações. Mas, é sempre importante lembrar que elas divergem em outras características que são específicas de cada uma.

Então, vamos lá:

  • Familiaridade com a tecnologia.
  • Habilidade adaptativa.
  • Noção de fronteiras ampliadas.
  • Universalidade (agora o mundo está a um clique).

 

Por essa série de novas características no elemento humano o mercado está em um processo de reorganização. Agora a troca entre empresa e colaborador envolve outros valores, e para atrair novos talentos, as companhias irão precisar se adequar a esses novos valores.

Como atrair os talentos da nova geração?

Durante muito tempo – podemos dizer que até hoje – as organizações apostam em escritórios mais divertidos, coloridos, com escorregadores, áreas de descanso e uma série de “luxos” que tiram do local aquela cara séria, com homens de gravatas e cheias de burocracia.

Mas, o fato é que mesmo que não pareça, essa série de mimos não é capaz de atrair os novos talentos para dentro da sua companhia. Aliás, eles até atraem, mas não são capazes de manter os talentos motivados e o principal, não são capazes de diminuir o tão temido turnover.

Em linhas gerais, para essas gerações, somente a melhora no espaço físico não representa uma mudança significativa no trabalho. As mudanças que os novos profissionais exigem são culturais. É preciso mudar a cultura das empresas, os seus valores e implementar estratégias de motivação que vão além do espaço físico.

E quando as organizações perceberam este fato, começaram a investir em mudanças muito mais eficazes, como por exemplo no plano de carreira. Os novos profissionais tem como característica o imediatismo, sendo assim, as empresas começaram a oferecer formas de crescimento com tempo mais curto e feedbacks quase que instantâneos.

Ao observar outra característica, a versatilidade e a globalização, as organizações começaram a oferecer um trabalho mais flexível, em alguns casos até a possibilidade de home office. Assim, o colaborador está sujeito a cobrança de metas, mas não especificamente do comprimento de horários, o que dá mais liberdade, o que é uma característica marcante das gerações Y e Z.

Implementar tanta mudança na cultura de uma empresa não é fácil e exige um planejamento detalhado e a construção de um processo sólido e eficaz, afinal de contas, os profissionais certamente encontraram problemas em processos engessados e cheios de entraves.

A compatibilidade dos novos colaboradores com a tecnologia também é um ponto destaque e é por isso que as empresas têm investido cada vez em técnicas como a gamificação, que suprem uma boa parte das necessidades destes talentos e tem uma capacidade singular de manter os profissionais motivados e de reduzir o turnover.

O processo tradicional de seleção, por exemplo, já vem sendo substistituito por um modelo mais robusto, com uso de plataformas gamificadas e que usam de inteligência artificial para cruzar dados de competências técnicas e comportamentais para encontrarem o profissional ideal para cada função.

Para treinar a nova geração, as empresas também utilizam essas plataformas, que são capazes de medir o desenvolvimento profissional e não são tão entediantes, como os treinamentos com centenas de aulas e provas no papel almaço. E assim, as empresas investem valores menores e alcançam resultados mais satisfatórios.

Então, em resumo, precisamos estar atentos às novas características dessa nova geração de talentos e entender como podemos evoluir a nossa cultura organizacional para um modelo mais perto dessa realidade. A grande dica que deixamos é o uso da técnica de gamificação, que é capaz de suprir uma boa parte dessas necessidades.

Se você tiver interessado em conseguir a atenção dos novos talentos, você pode conferir este material que explica de uma forma bem simples a gamificação. E-book gamificação.

Luiz Gustavo

Publicitário de formação e produtor de conteúdo da Arbache innovations.

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