Cotidiano

Só Depende da Gente! E um Excelente Fim de Semana!

crianças dividindo um guarda chuva

Curioso mesmo como percorremos caminhos tão díspares às vezes. Explico melhor: muitas vezes, ao percebermos os defeitos dos outros, temos como instinto natural apontar e evidenciar a falha, ao invés de sermos emocionalmente mais inteligentes que isto.

Claro que uma situação vista de fora, é sempre mais clara que uma situação em que nós estamos comprometidos até o último fio do cabelo. Seja num projeto, num negócio, ou até com a própria família, temos (os seres humanos) a tendência de demonstrarmos nosso ponto de vista, e geralmente este ponto de vista pode (na maioria das vezes) vir recheado de insensatez e até ser prematuro diante de um cenário que pouco devemos saber.

O foco fica disfuncional e nossa colaboração fica reduzida quando utilizamos as críticas ao invés de iniciarmos esta jornada com o que aparenta estar no caminho certo, respeitando os recursos, a força e a capacidade de discernimento que levou àquela pessoa por aquele caminho para depois apontar caminhos alternativos mais satisfatórios.

Toda vez que inicio um questionamento com sensatez, agradecendo o que já foi feito, com habilidade para destacar o que de correto está feito, e só depois iniciar outras possibilidades para finalizarmos a questão com mais enriquecimento, percebo que inexiste aqui o sentimento de impotência no outro, que numa situação inversa (primeiro criticar severamente, e depois tentar dizer o que ficará intacto) já fez os ouvidos do outro se fecharem para qualquer elogio, pois as muralhas da alma entraram em modo de preservação, e qualquer diálogo se tornará completamente ineficaz.

Compaixão é uma palavra que deve estar em destaque em todos nós toda vez (e isso acontece várias vezes ao dia) que tivermos que dialogar com o próximo.

Descuidar das palavras e das pessoas próximas pode não acarretar em nada a curto prazo, mas a longo, faz estragos incríveis. Eu acredito que a qualidade (e longevidade) de qualquer relacionamento é o bom humor, a leveza que uma conversa, uma preocupação sincera e engajada trazem à convivência. Nosso posicionamento não deve ser embasado com frases do tipo “é da minha personalidade ser agressivo” ou mesmo “ah, eu falo mesmo, as pessoas já sabem que sou assim”, ou qualquer frase que denote conformismo pelo fracasso.

Nossas críticas podem até ser pertinentes (e não estou aqui escrevendo sobre razão), e sim, sobre a inteligência necessária para não se entrar numa luta em que o oponente não é nosso inimigo, e sim, nosso parceiro, nosso chefe, nosso familiar.

A grandeza das relações está na diversidade, desde que esta venha recheada de respeito e atenção que desejamos para nós mesmos, pois no fundo, ninguém acorda para um novo dia desejando errar, se equivocar, provocar ou mesmo atacá-lo de forma imperativa. As pessoas erram e acertam e assim a vida caminha. Escolher a forma como lidar com estas intercorrências é que nos diferencia e nos destaca, de um jeito positivo ou negativo.

Só depende da gente!

Ana Luiza

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