Cotidiano

Observar, Dialogar e Aprender

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Dizem que as pessoas se esbarram com frequência porque existe em cada um de nós, sem exceção, partes ocultas que não vemos, e justamente porque não vemos, esquecemos com frequência de dar a devida atenção e respeito. Estamos falando da psique humana.

Pensar e ser diferente deveria ser a regra natural da vida, e mesmo assim, parece que nos espantamos quando passamos por embates, como se isto fosse a exceção.

E quanto mais intimidade vai se aproximando, mais conflitos vão – naturalmente – se estabelecendo.
E ai vem a indagação – só quero viver em paz – e ao contrário do que se pode imaginar, viver em paz não é viver com ausência de conflitos. Viver em paz é saber lidar com estes atritos. Valorizar as relações sociais, treinar nossos limites, nossas capacidades.

Aqui – o exercício – não é negar a realidade ou “engoli sapos”, ou até se submeter ao outro para “não brigar”. O exercício aqui é o de engajamento, o olho no olho (não olho por olho). Sem raiva, sem ódio, sem indiferença nem medos, por favor.

Aqui cai bem uma serenidade, uma contribuição mais colaborativa, uma cultura de parceria mesmo, com flexibilidade e tolerância. Ah, e para de pensar – ah, é mesmo, se o outro for mais flexível… Não: esse diálogo é para que cada um pense em si, em como se comporta, em como reage ao invés de abraçar a questão. Olhe para si. Vamos ser mais dispostos! E atenção: dois monólogos não fazem um diálogo.

Termino o texto de hoje com uma frase que li certa vez que dizia “Dialogar é encarar nosso próprio reflexo sem desviar os olhos.” É processo incômodo mesmo, mas convenhamos: traz uma satisfação e crescimento incríveis.

Lindo final de semana,
Ana Luiza

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